Joselita e a energia do acolhimento #EspalheEnergiaVerde

Published on Quarta-feira, 8 Dezembro 2021

A chegada da água potável

Durante muitos anos, devido à seca, Joselita e os moradores de sua comunidade dependeram de uma água salobra (que apresenta mais sais dissolvidos que a água doce e menos que a água do mar) para beber, cozinhar e tomar banho.

Essa realidade mudou quando ela e sua família foi beneficiária do Projeto Cisternas para o Semiárido, que viabilizou a construção de 35 cisternas para os moradores da região de Cafarnaum e Morro do Chapéu.

Com apenas três meses de execução, 35 famílias foram beneficiadas com a construção e instalação de cisternas que podem armazenar até 16.000 litros de água da chuva. 

“Como beneficiária e como representante da associação, tenho um olhar de não querer só para mim, mas para todos. Era algo que eu queria para a comunidade: água, saúde e educação. Essa equipe veio para mudar nossa vida e nossa comunidade. Só tenho a agradecer”.

A iniciativa, foi viabilizada por uma ação de economia circular, em que 35 transformadores fora de uso no Parque Eólico Cristal, construído e operado pela EGP (Enel Green Power), foram destinados à JAP Metais, empresa responsável por aumentar o ciclo de vida dos equipamentos. Para cada transformador encaminhado à empresa parceira da EGP no projeto, uma nova cisterna foi construída.

A reutilização dos transformadores do parque eólico garantiu o descarte adequado dos materiais e gerou benefícios diretos para os moradores da região. Além da JAP Metais, o projeto também contou com a parceria da AVSI.

“Esse projeto trouxe muita felicidade para nós. A cisterna mudou a qualidade da água, pois a gente consumia uma água salgada e o projeto nos proporcionou uma água doce e pura”.

 

Muito mais cisternas


A comunidade de Espinheiro I não é a primeira a ser contemplada pelos projetos de desenvolvimento sustentável da Enel. Em 2018, o Enel Compartilha Infraestrutura selecionou outras 105 casas, também em Morro do Chapéu, para receberem cisternas e poderem aproveitar a água da chuva.

Com as novas cisternas instaladas, a EGP chega a 140 cisternas doadas para a região, com um valor investido de mais de um milhão de reais.

Esta ação está diretamente relacionada a um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU — o ODS 6 —, garantir a disponibilidade e a gestão sustentável da água potável e do saneamento para todos até 2030.

Diego Albuquerque de Oliveira, Analista de Sustentabilidade na EGP, acompanha de perto a transformação positiva que a cisternas trouxeram às famílias. Para ele, projetos assim provam às pessoas que é possível viver bem e com qualidade no semiárido brasileiro:

“Eu me sinto muito feliz em poder fazer parte dessa iniciativa, que traz melhorias para as famílias, que melhora a qualidade de vida, que evita o êxodo rural e dá melhores condições para que a juventude permaneça no campo”.

 

 

ENEL