Investimentos da Enel Distribuição Rio aumentam 58% no primeiros nove meses de 2017

Publicado em terça-feira, 31 de outubro de 2017

Empresa continua melhorando qualidade do serviço. Os índices de duração e frequência equivalente de interrupção por unidade consumidora (DEC e FEC) melhoraram 22,6% e 20,6%, respectivamente, comparados aos números de 9M2016

PRINCIPAIS DESTAQUES FINANCEIROS (milhões de Reais)

 

 

9M2017

9M2016

Variação

Receita Bruta

6.126,98

5.469,90

+12,0%

EBITDA

337,49

219,92

+ 53,5%

EBIT

122,39

32,19

>100%

Prejuízo Líquido

(253,73)

(199,07)

+27,5%

Dívida Líquida

3.767,78

2.975,97

+26,6%

Capex (Investimentos)

902,24

571,47

+57,9%

                                                                                                                     

Carlo Zorzoli, Country Manager da Enel no Brasil, ressalta: “Completamos a primeira onda de investimentos para melhorar a qualidade do serviço através da digitalização da rede, o que levou à instalação de sistemas de automação controlados remotamente. Esse investimento já tem melhorado os índices de Duração e Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora (DEC e FEC) registrados entre setembro 2016 e setembro 2017, conforme demonstrado pela Aneel. Despesas financeiras mais elevadas para financiar capital de giro e fortes investimentos ainda estão afetando os resultados da empresa. No entanto, o aditivo do contrato de concessão assinado em março, bem como um ajuste esperado nos investimentos, enquanto aguardamos novas medidas regulatórias que reflitam a real situação da área de concessão, deverão contribuir para a melhoria do desempenho da empresa no médio prazo.

Niterói, 30 de Outubro, 2017 – A Diretoria da Enel Distribuição Rio divulgou hoje os resultados dos primeiros nove meses de 2017 da companhia.

  • Receita Bruta: alta de 12,0%, devido à maior contabilização de créditos regulatórios[1], resultado do maior custo de compra de energia nos primeiros nove meses de 2017, que serão incluídos no reajuste tarifário de 2018.
  • Parcialmente compensado pela queda de 2,4% no volume de venda e transporte de energia e pelo reajuste tarifário 2017, que reduziu as tarifas dos consumidores da Enel Distribuição Rio em 6,51% em média.

 

  • EBITDA: alta de 53,5%, em razão, principalmente, da maior receita no período e menores provisões para inadimplência.

 

  • EBIT alta de mais de 100%, principalmente, devido à alta do EBITDA.
  • Parcialmente compensado devido à maior depreciação e amortização associada à maior base de ativos, decorrente do aumento dos investimentos no período para modernização da rede de distribuição.

 

  • Enel Distribuição Rio aumentou o prejuízo, devido, principalmente, a menor atualização financeira do valor dos ativos indenizáveis, que não são depreciados até o final da concessão e que serão reembolsados pelo Governo Federal à distribuidora. O valor do ativo indenizável é corrigido mensalmente com base na inflação, que apresentou queda no período, reduzindo assim o valor a ser reembolsado. O prejuízo é também resultado de maiores despesas financeiras para custear capital de giro e investimentos.

 

  • Dívida Líquida: alta de 26,6%, em função de uma geração de caixa operacional nos últimos 12 meses que não cobriu completamente todos os custos operacionais, investimentos e juros de dívida neste período. A alta também ocorreu devido ao acúmulo de juros em empréstimos obtidos junto ao controlador Enel Brasil e novos empréstimos com bancos e com a Enel Brasil para financiar o plano de investimentos e o capital de giro da Enel Distribuição Rio.
  • Parcialmente compensado pela amortização de parte da dívida e encargos nos últimos 12 meses.

 

  • Capex (Investimentos): alta de 57,9% em relação ao mesmo período do ano passado. A maior parte dos investimentos foi destinada à digitalização e modernização da rede de distribuição e à conexão de novos clientes.

 

DESTAQUES OPERACIONAIS

 

9M2017

9M2016

Variação

Venda e Transporte de Energia (GWh)

8.538

8.745

-2,4%

Clientes

3.031.442

3.049.048

-0,6%

DEC

19.50

25.18

-22,6%

FEC

10.71

13.49

-20,6%

 

  • Venda e Transporte de Energia: queda de 2,4%, explicada pela redução de 7,8% no volume de venda de energia no mercado regulado, como resultado da desaceleração econômica do Estado.
  • Parcialmente compensado pelo aumento de 25,4% na venda e transporte de energia para o mercado livre como resultado do aumento do número de consumidores que migraram do mercado regulado para o mercado livre.

 

  • Duração e Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora (DEC / FEC): apresentaram melhoria de 22,6% e de 20,6%, respectivamente, em decorrência dos investimentos realizados na melhoria da rede.

 

[1] Despacho 4.621 da Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL, de novembro de 2014, que permite às distribuidoras de energia contabilizar nos seus resultados financeiros custos não gerenciáveis maiores ou menores dos que os reconhecidos na tarifa em vigor.

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