
Foi assim com Franciana de Lima, eletricista da Enel Ceará, que encontrou na Escola de Mulheres Eletricistas um divisor de águas em sua vida. “Em 2022, eu tive a honra de fazer parte da segunda turma da Escola de Mulheres Eletricistas. Só que eu não imaginava que aquele curso seria uma vida de chave na minha vida pessoal e profissional”.
Antes, ela atuava como assistente financeiro e maquiadora, e se viu um belo dia em cima de um poste, trabalhando, olhando para o Sol e para aquele céu e disse: “é aqui que eu quero estar. Eu não escolhi a profissão, foi ela que me escolheu e eu sou grata e feliz demais por ser eletricista, porque é uma honra.”

A história de Pollyana Targino, eletricista na área de concessão do Rio de Janeiro, também nasceu dentro do mesmo projeto. Ela conta que participar do projeto de Escola de Eletricistas foi um marco em sua vida pessoal e profissional. “Tive muitos impasses, principalmente dentro de casa, na família, que não enxergava a mulher nessa área. Eu tenho duas filhas, uma de quatro e uma de um ano, e a minha filha de quatro anos, hoje, fala: ‘mãe, eu quero ser como a senhora’. Desculpa, mas isso é muito gratificante.”

Para Ana Evelyn Albuquerque, responsável de Atividade da Unidade Operacional no Ceará, ser exemplo vai além da realização pessoal. “Para mim, ser exemplo é uma responsabilidade, mas também um privilégio. É poder mostrar que a igualdade não é só um discurso. É uma construção diária. Representatividade significa inspirar. Significa que outras mulheres possam olhar para mim e acreditar. Se elas conseguiram, eu também consigo.”

Samanta da Fonseca Sousa, também tem uma história interessante. Head de Lojas em São Paulo, ela relembra o projeto que mudou sua carreira. “O projeto que mais me marcou aqui na Enel foi um projeto feito em Santo Amaro, em que a gente precisava fazer uma loja completamente diferente do que já existia, com conceitos novos, com visual novo”, conta. E o mais importante era fazer com que outras pessoas acreditassem nesse projeto. E foi justamente esse trabalho que a trouxe onde está, nesse cargo de liderança. “Eu diria que o setor de energia é um setor desafiador, mas para não desistir, sempre confiar no seu potencial e saber que uma mulher pode ir até onde ela quiser, o mais longe que ela quiser, inclusive”.

Já Gisele Carolina Astorga Viveros, Head de Vendas e Marketing B2B/B2G Retail, reforça que a igualdade também se traduz em liderança e inspiração para o futuro.
“Se eu, como engenheira, soubesse desde o início de todas as oportunidades que o setor de energia, em especial o de energias renováveis, oferece, teria indicado esse caminho para todas as mulheres”, diz. Ela conta que a maior conquista da sua trajetória é ser reconhecida como uma liderança inspiradora para as pessoas com quem já trabalhou e liderou. Além disso, ela tem muito orgulho de uma realização pessoal: idealizou um programa no Chile voltado para a formação de mulheres líderes no setor de energia, dentro da Comissão Mundial de Energia. “Para mim, ser exemplo de igualdade e representatividade significa fortalecer a presença das mulheres em todas as áreas do setor de energia, especialmente em posições de liderança.”
No Dia da Igualdade da Mulher, a Enel celebra histórias como essas, que provam que a energia que transforma o mundo também nasce da coragem, da dedicação e da inspiração feminina.
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