Em São Paulo, realizamos censo em postes para identificar fiações irregulares de operadoras

Published on Quinta-feira, 25 Março 2021

• 8.800 postes já foram inspecionados no município de Jandira, 36% da fiação está irregular;

• Ação também já começou nas cidades São Paulo, São Bernardo do Campo, Santo André, Barueri, Osasco, Santana de Parnaíba;

• Na Capital, inspecionamos 76,5 mil postes nas regiões de 32 subprefeituras

 

Em São Paulo, realizamos uma nova operação de inspeção nos postes dos municípios em que atuamos. O objetivo do censo é identificar as fiações irregulares e intensificar as notificações para que as empresas de telecom e as de internet regularizem e identifiquem os seus cabos.

O trabalho de inspeção já foi concluído pela concessionária na cidade de Jandira, que possui um parque de 8.800 mil postes. Atualmente, temos contrato com 224 empresas para ocupar a infraestrutura no município, mas a fiscalização já identificou que há um número muito superior de empresas passando os seus fios pelos postes. No município, 36% da fiação inspecionada está irregular.

Como medida, estamos notificando as operadoras parceiras para que regularizem e identifiquem as fiações. Após 45 dias, caso o cabeamento não esteja normalizado, as equipes de campo da concessionária irão retirar a fiação sem identificação. No caso das empresas identificadas sem contrato conosco, as fiações serão removidas sem aviso prévio.

Neste momento, estamos fazendo o mapeamento nos municípios de São Paulo, Santo André, São Bernardo do Campo, Osasco, Barueri e Santana do Parnaíba. Após a conclusão desta etapa, iremos notificar às empresas para que regularizem suas fiações. Até o final deste mês, o mapeamento será concluído nos municípios de São Bernardo do Campo e Barueri. Já em Santo André, Osasco e Santana de Parnaíba, a conclusão dos levantamentos está prevista para o final de abril.

Só em São Paulo, por exemplo, 76.500 postes nas regiões de 32 subprefeituras já foram mapeados até o momento, de um total de mais de 750 mil postes existentes na capital. A conclusão do levantamento completo no município está prevista para o final de 2023.

“Esse é um trabalho diário. Muitas vezes, removemos a fiação irregular nesta semana e, pouco tempo depois, as empresas voltam a colocar os fios de forma inadequada. Por isso, é importante que o poder público e a própria população não aceitem o serviço de companhias irregulares”, afirma a responsável pela área de Compartilhamento de Infraestrutura em São Paulo, Tatiana Tinoco de Camargo Aranha.

Compartilhamento de Infraestrutura

Segundo as regras da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), qualquer operadora de telecomunicação deve solicitar aprovação do seu projeto, antes da utilização nos nossos postes, e a fiação colocada deve ter a devida identificação. O valor arrecadado com esses contratos é utilizado na modicidade tarifária, suavizando reajustes tarifários para os consumidores, e na operação de retirada de fios irregulares.

O compartilhamento da infraestrutura entre as concessionárias do setor elétrico e as de telecom está previsto em regulamentação federal, por meio da resolução conjunta Aneel/Anatel nº4/2014. A normativa estabelece, de forma clara, que a responsabilidade pela regularização dos cabos de internet e telefonia instalados nos postes de energia elétrica é das operadoras de telecomunicação.

Segundo Tatiana, o combate à ocupação irregular dos postes não é apenas uma questão de estética, mas também de segurança da população. “A fiação irregular é crime e essas empresas devem ser punidas pelos órgãos competentes. Somos autorizados pela Aneel a notificar e remover o que não está regular. Outro ponto é a segurança. O emaranhado de fios pode causar curto-circuito e, consequentemente, acidentes”, concluiu a executiva.

Ao retirar os cabos das operadoras de telecom que estão soltos ou que não foram removidos, a iniciativa valoriza a estética do bairro. “Esta fiação fica armazenada por 90 dias à disposição das operadoras proprietárias notificadas. Após este prazo, se não se manifestarem, doamos este material para uma empresa que transforma o resíduo em uma mistura usada como combustível para o processo de fabricação de cimento”, explica o nosso diretor de Mercado em São Paulo, André Oswaldo. Em 2020, removemos 46,2 toneladas de fiações irregulares em nossa área de concessão.

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