Enel Distribuição Rio continua investindo em 2017, com melhora na qualidade do serviço

Publicado em quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

  • Os índices de duração e frequência equivalente de interrupção por unidade consumidora (DEC e FEC) melhoraram 18,3% e 21,2%, respectivamente, comparados aos números de 2016

 

PRINCIPAIS DESTAQUES FINANCEIROS (milhões de Reais)

 

2017

2016

Variação

Receita Bruta

8.377,61

7.576,55

+10,6%

EBITDA

637,18

380,26

+ 67,6%

EBIT

342,56

127,12

>100%

Prejuízo Líquido

(102,98)

(221,83)

-53,6%

Dívida Líquida

2.720,20

2.989,22

-9,0%

Capex (Investimentos)

1.099,18

920,77

+19,4%

                                                                                                                     

Carlo Zorzoli, Country Manager da Enel no Brasil, ressalta: "O desempenho da nossa empresa de distribuição no Rio foi satisfatório, apesar das condições adversas do mercado ao longo do ano. Os índices de Duração e Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora (DEC e FEC) estão melhorando substancialmente, com redução do DEC em quatro horas em 2017. Nosso índice de satisfação do cliente também aumentou mais de 8%, em função, principalmente, dos investimentos realizados para melhorar a qualidade do serviço, através da instalação de sistemas de automação controlados remotamente e da melhoria contínua no atendimento ao cliente. Também estamos melhorando o desempenho financeiro da empresa através da eficiência operacional e econômica. Estamos confiantes no impacto positivo adicional em nossos resultados após a próxima revisão tarifária em março de 2018."

Niterói, 27 de Fevereiro, 2018 – A Diretoria da Enel Distribuição Rio divulgou hoje os resultados de 2017 da companhia.

  • Receita Bruta: alta, devido à maior contabilização de créditos regulatórios[1], resultado do maior custo de compra de energia em 2017 e encargos do maior risco hidrológico (déficit de geração no país), que serão incluídos no reajuste tarifário de 2018.
  • Parcialmente compensado pela queda de 1,1% no volume de venda e transporte de energia, explicada pela redução de 6,1% no volume de venda de energia no mercado regulado, como resultado da desaceleração econômica do Estado; e pelo reajuste tarifário de 2017, que reduziu as tarifas dos consumidores da Enel Distribuição Rio em 6,51%, em média.
  • EBITDA: alta em razão da maior receita, menores custos com material e serviço e menores provisões para inadimplência.
  • EBIT alta, principalmente, devido à alta do EBITDA.
  • Parcialmente compensado devido à maior depreciação e amortização associada à maior base de ativos, decorrente do aumento dos investimentos no período para modernização da rede de distribuição.
  •  O prejuízo da Enel Distribuição Rio reduziu 53,6%, principalmente devido à alta do EBITDA.
  • Dívida Líquida: queda, como resultado de aumento de capital pelo controlador Enel Brasil.
  • Parcialmente compensado por novas dívidas contratadas para financiar os investimentos da empresa de distribuição.

Capex (Investimentos): alta em relação ao mesmo período do ano passado. A maior parte dos investimentos foi destinada à digitalização e modernização da rede de distribuição, principalmente para instalação de sistemas de automação controlados remotamente.

 

DESTAQUES OPERACIONAIS

 

2017

2016

Variação

Venda e Transporte de Energia (GWh)

11.431

11.562

-1,1%

Clientes

3.029.751

3.059.498

-1%

DEC

18,21

22,29

-18,3%

FEC

9,87

12,52

-21,2%

 

  • Venda e Transporte de Energia: queda de 1,1%, explicada pela redução de 6,1% no volume de venda de energia no mercado regulado, como resultado da desaceleração econômica do Estado.
  • Parcialmente compensado pelo aumento de 22,5% no volume de energia transportada no mercado livre como resultado do aumento do número de consumidores que migraram do mercado regulado para o mercado livre.
  • Duração e Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora (DEC / FEC): apresentaram melhora de 18,3% e de 21,2%, respectivamente, em decorrência dos investimentos realizados na rede de distribuição.

 

[1] Despacho 4.621 da Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL, de novembro de 2014, que permite às distribuidoras de energia contabilizar nos seus resultados financeiros custos não gerenciáveis maiores ou menores dos que os reconhecidos na tarifa em vigor.

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