Investimentos da Enel Distribuição Ceará aumentam 18,7% em 2016

Publicado em sexta-feira 03 de março de 2017

Carlo Zorzoli, Country Manager da Enel Brasil, ressalta: “Nós crescemos no Ceará, melhorando a performance financeira e operacional da companhia, mesmo com a desaceleração econômica do país. Nós continuamos investindo na modernização da rede de distribuição, enquanto conseguimos melhorar ainda mais os indicadores de qualidade do serviço".

Fortaleza, 22 de Fevereiro, 2017 – A Diretoria da Enel Distribuição Ceará aprovou hoje o resultado anual financeiro da companhia, referente a 2016. 

  • Receita Bruta: ligeira alta de 1,1%, principalmente devido à alta de 2,2% no volume de venda e transporte de energia, ao reajuste extraordinário e revisão tarifária de 2015, e ao reajuste tarifário aprovado pela ANEEL em abril de 2016.  
  • Parcialmente compensado pela contabilização de maior passivo regulatório, resultado do menor custo de compra de energia em 2016, em função da melhora da disponibilidade hídrica no país,  que será deduzido no reajuste tarifário de 2017.

Despacho 4.621 da Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL, de novembro de 2014, que permite às distribuidoras de energia contabilizar nos seus resultados financeiros custos não gerenciáveis maiores ou menores dos que os reconhecidos na tarifa em vigor.

  • EBITDA: alta de 4%, em razão principalmente de uma maior receita e de menores custos com a compra de energia.
  • Parcialmente compensado pelo aumento das provisões para inadimplência das contas de energia, em função do cenário macroeconômico adverso no país.
  • EBIT alta de 2,7%, principalmente, devido à maior depreciação e amortização como resultado da maior base de ativos decorrente do investimento no período. Esses investimentos foram destinados à modernização da rede de distribuição para melhorar a qualidade do serviço e conectar novos clientes.
  • Lucro Líquido: alta de 8,3%, principalmente em função do aumento do EBITDA.
  • Lucro líquido maior foi decorrente também da menor despesa financeira líquida, resultado da redução da dívida líquida.
  • Dívida Líquida: redução de 26%, em função de um maior caixa, devido, principalmente, ao recebimento de créditos em atraso e aos menores custos com compra de energia em função da melhor situação hidrológica do país.
  • Capex (Investimentos): aumento de 18,7% para conexão de novos clientes e para modernização da rede de distribuição. 
  • Venda e Transporte de Energia: alta devido ao maior número de clientes (+3,5%).
  • Dos cerca de 132.182 novos clientes, 20.114 são residenciais e 19.866 rurais.
  • Duração e Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora (DEC / FEC): melhoria de 28,1% e 26%, respectivamente, em decorrência dos investimentos para melhoria da rede.

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