Enel Distribuição Rio aumenta investimentos em 14,5% em 2016

Published on Quarta-feira, 22 Fevereiro 2017

Carlo Zorzoli, Country Manager da Enel Brasil, ressalta: “Os investimentos realizados para a modernização da rede de distribuição já estão refletindo na melhoria dos indicadores de qualidade do serviço da companhia medidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A solidez dos nossos fundamentos e a confiança do acionista controlador estão nos ajudando a passar pela crise econômica que tem afetado principalmente o Estado do Rio de Janeiro e que tem impactado os resultados financeiros da Enel Distribuição Rio em 2016”.

 

Niterói, 22 de Fevereiro, 2017 – A Diretoria da Enel Distribuição Rio aprovou hoje o resultado anual financeiro da companhia, referente a 2016.

· Receita Bruta: queda de 11%, principalmente, devido à contabilização de maior passivo regulatório[1], resultado do menor custo de compra de energia em 2016, que será deduzido do reajuste tarifário de 2017.

Ligeira redução de 1,4% na venda e transporte de energia, como consequência da redução do consumo de energia em função da desaceleração econômica do Brasil e do Rio de Janeiro.

- Efeitos parcialmente compensados pelos reajustes tarifários aprovados pela ANEEL em março de 2015 e março de 2016. 

· EBITDA: queda de 4,6%, principalmente, devido ao impacto negativo decorrente do aumento das provisões para inadimplência, atribuído, principalmente, ao cenário macroeconômico adverso do estado do Rio de Janeiro e do país.

· EBIT redução de 27,9%, principalmente, devido à maior depreciação e amortização como resultado da maior base de ativos decorrente do investimento no período. Esses investimentos foram destinados para modernização da rede de distribuição para melhorar a qualidade do serviço assim como para conexão de novos clientes.

· Prejuízo: aumento devido, principalmente, a queda do EBIT e ao incremento nos encargos financeiros em função da maior dívida para cobrir os investimentos para modernizar a rede, melhorar a qualidade do serviço e conectar novos clientes.

· Dívida Líquida: alta de 22,7%, devido, principalmente, ao aumento de empréstimos com bancos e com o controlador direto Enel Brasil, para financiamento do plano de investimentos da Enel Distribuição Rio e capital de giro.

- A dívida aumentou também pelo incremento da taxa de juros, que levou ao aumento dos custos financeiros.

. Capex (Investimentos): aumento de 14,5%, destinado, principalmente, à modernização da rede de distribuição para melhoria da qualidade do serviço e conexão de novos clientes.

· Venda e Transporte de Energia: ligeira queda devido ao menor consumo de energia per capita no mercado regulado (-4,9%), atribuído, principalmente, à desaceleração da economia brasileira.

Parcialmente compensado pelo aumento do número de clientes (+2,8%).

· Duração e Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora (DEC / FEC): apresentaram melhoria de 19,8% no DEC e de 5,5% no FEC, em decorrência das ações de modernização da rede de distribuição.

 

[1] Despacho 4.621 da ANEEL, de novembro de 2014, que permite às distribuidoras de energia contabilizar nos seus resultados financeiros custos não gerenciáveis maiores ou menores dos que os reconhecidos na tarifa em vigor.

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