Investimentos da Enel Distribuição Ceará aumentam 13% nos nove meses de 2016

Published on Quinta-feira, 3 Novembro 2016

PRINCIPAIS DESTAQUES FINANCEIROS (milhões de Reais)
  9M 2016 9M 2015 Variação
Receita Bruta 4.577,0
4.706,3
-3%
EBITDA 516,9
562,7
-8%
EBIT 400,6
456,7
-12%
Lucro Líquido 278,0
313,3
-11%
Dívida Líquida
907,5
1.212,0
-25%
Capex (Investimentos)
332,6
295,6
+13%

Carlo Zorzoli, Country Manager da Enel Brasil, ressalta: “ Aumentamos nossos investimentos com o objetivo de acelerar novas conexões no Ceará e modernizar nossa rede de distribuição. Nós vamos continuar a investir para contribuir com a melhora da reconhecida qualidade do serviço da companhia, que fez com que a Coelce fosse premiada como a melhor distribuidora de energia no país pela sexta vez pela Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee). Nossa performance financeira no período foi afetada pelo aumento das provisões para inadimplência das contas de energia, devido a situação macroeconômica do país e pelos passivos regulatórios sobre as receitas."

 

Fortaleza, 3 de Novembro, 2016 – A Diretoria da Coelce aprovou hoje o resultado dos primeiros nove meses de 2016.

 

·         Receita Bruta: queda de 3%, principalmente, devido à contabilização de maior passivo regulatório resultado do menor custo de compra de energia nos 9M2016, que serão deduzidos no reajuste tarifário de 2017. Esse efeito será parcialmente compensado por:

-         Reajuste extraordinário e revisão tarifária de 2015, e pelo reajuste tarifário aprovado pela ANEEL em abril de 2016.

-         Alta de 1,7% no volume de venda e transporte de energia.

 

·         EBITDA: queda de 8%, devido ao impacto negativo decorrente do aumento das provisões para inadimplência das contas de energia, em função do cenário macroeconômico adverso do país.

-         Impactado também pelo aumento dos custos operacionais com fornecedores  e serviços.

 

·         EBIT queda de 12%, principalmente, devido a maiores encargos de depreciação e amortização como resultado da maior base de ativos decorrente do investimento no período.

 

·         Lucro Líquido: queda de 11%, principalmente, em função da redução do EBITDA.

-         Parcialmente compensado pela menor despesa financeira líquida, resultado da redução da dívida líquida.

 

·         Dívida Líquida: redução de 25%, em função de um maior caixa nos primeiros nove meses de 2016, devido, principalmente, ao recebimento de créditos em atraso e aos menores custos com compra de energia em função da melhor situação hidrológica do país.

 

·         Capex (Investimentos): aumento de 13% para conexão de novos clientes e para modernização da rede de distribuição.

DESTAQUES OPERACIONAIS
  1S2016 1S2015 Variação
Venda e Transporte de Energia (GWh) 8.597
8.451 +1,7%
Clientes 3.855,064
3.721,471
+3,6%
  • Venda e Transporte de Energia: alta devido ao maior número de clientes (+3,6%).

- Dos cerca de 133.500 novos clientes, 27.800 são residenciais e 21.700 rurais.