O sol invade o interior das casas na Bahia

Publicado em terça-feira, 7 de março de 2017

“É quase um milagre, este processo em que você aprende fazendo, trocando experiências com outras mulheres de todo o mundo. Elas voltam para casa com novas habilidades, empoderadas, cheias de energia e paixão”

– Maria Cristina Papetti, Responsável pela Divisão de Sustentabilidade e Prática Compartilhada da Enel

Mulheres ensinando outras mulheres

A educação feminina é a chave da parceria entre a Enel e o Barefoot College. O modelo é exportado, a experiência circula, os benefícios são multiplicados e o processo de acesso estável à energia limpa é amplificado. E a vida das pessoas muda. Desde 2012, o projeto atendeu 36 comunidades de oito países da América do Sul, fornecendo eletricidade para mais de 19 mil pessoas.

E as mulheres estão sempre no centro. Garantir o acesso universal a energia gerada de forma sustentável, segura e acessível é reconhecido como um fator de extrema importância para o desenvolvimento econômico e social, bem como para a igualdade de gênero e para o empoderamento feminino, também na esfera econômica. A eletricidade melhora muitos aspectos da vida dessas mulheres em comunidades remotas.

O programa também beneficia a economia das comunidades rurais. No Brasil, de acordo com pesquisa realizada em 2014 pela ONG AVSI, o custo médio mensal para acesso à energia alternativa era de cerca de R$ 16,00 (dezesseis reais). Hoje, as famílias cobertas pelo programa EGP e Barefoot College pagam R$ 5,00 (cinco reais) por mês para manter os painéis solares, um terço daquele valor. A pesquisa apontou que o impacto econômico do programa também é significativo, além dos benefícios relacionados à saúde relatados por 73% das pessoas.

A energia é essencial para o desenvolvimento humano. Atualmente, 1,4 bilhão de pessoas ainda não têm acesso à eletricidade. Reduzir esse número é uma das prioridades do enfoque Open Power da Enel. A parceria com o Barefoot College está alinhada com os objetivos da Agenda de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Uma das metas listadas para 2030 é "assegurar o acesso à energia acessível, confiável, sustentável e moderna para todos". As comunidades baianas agradecem.